Gosto de
pensar nisso como ar, e os pulmões, os recipientes de algo tão vital para nós
humanos. Não acho que seja opcional, mas sim essencial, logo, é obrigatório que
se tenha isso em grandes quantidades para conseguir lidar com o dia-a-dia.
É o combustível
que o corpo precisa para continuar caminhando e manter o sangue circulando.
Algumas vezes um vento soprará contra a face, mas será como uma brisa
refrescante – o que é muito bem vindo. Isso infla o peito para que o esforço
seja aumentado.
Penso
que é a chave definitiva para definir o que é vivo e o que é morto. Alguns até
andam e pensam, mas são vazios, sem ar, portanto, não vivem; mas outros andam,
pensam e fazem mais mil coisas, com ânimo para cada momento, sendo assim, estes
são definitivamente vivos. Afinal, estar vivo é estar contente, é ser feliz
onde a felicidade está, pois ela deve estar presente à sua destra.
Mas, por
muitas vezes, nem sempre o ar se mantém inteiramente bom. A cidade poluiu o ar,
seu aspecto cinza tira a cor que o vento transmite no peito. Fica pesado,
prejudica nosso viver lentamente… Até que, em algum momento, deixa de ser tão
bom respirá-lo nesse local.
Na minha
visão, é daí que vem essa história de tentar novos ares! Seja ir ao campo, pra
praia ou outra cidade com menos poluição… Sendo lícito e não prejudicando
ninguém, por que não arriscar nessa aventura em busca da brisa perfeita que
inspira e complementa seus pulmões? Eles precisam e merecem somente o melhor –
ao invés de algo tóxico que você, talvez, estivesse inalando.
E é
assim que gosto de pensar que o amor se comporta em nossos corações. É
essencial termos uma motivação para acordar e fazermos o que tem de ser feito.
Sentirmo-nos contentes por estarmos em certos lugares, pois neles está o que
procuramos – ou o que procura nosso bem.
Portanto,
os ares que nos puxam para baixo ou que chegam como um tornado são aqueles que
devemos evitar. O coração merece coisa boa, ô se merece! Por que não cuidar um
pouco melhor dele e dos pulmões, e procurar algo que os inflame de vontade
positiva?
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