As coisas que eu aprendi
As vezes em que eu quase morri
Será que eu tinha que ficar aqui?
Será que é tanto assim que eu tenho pra falar?
Fresno – Vida (Biografia em Ré Menor)
Como posso me definir neste exato momento em que escrevo? No olho do furacão, pelo menos na minha mente. Tantos pensamentos que eu estou conseguindo separar e analisar com calma cada um deles, coisa que eu não faria nem em sonhos mais lindos quando era mais novo. Aparentemente, ficar mais velho realmente ajudou nas coisas e muito mais.
Eu tinha medo das coisas, do inesperado, do impensável, do futuro. Fui aprendendo ano após ano que ele é somente uma consequência do que fazemos no presente, então eu seguia a teoria “se eu fizer certo, mais pra frente vai continuar certo”. Beleza, pode existir uma falha nisso, não é 100% das vezes que isso vai acontecer, mas, bah, era o que eu acreditava. Mas o medo do desconhecido era mais por perder as pessoas do meu convívio diário… E não é que exatamente isso que aconteceu?
Aprendi também muito com cada um deles. A amar e respeitar uma amizade verdadeira, a compreender que não é somente meu ponto de vista que importa, que nunca vou alcançar meus sonhos inteiramente sozinho. Talvez por isso eu tenha escrito tanta coisa, passado horas e mais horas na madrugada escrevendo no meu diário. Amei cada uma dessas amizades com todo meu coração, por todo amor, fé e incentivo que depositaram em mim, porque eles acreditaram (e espero que ainda acreditem) no meu maior sonho. Não posso decepcioná-los, mesmo que não tenhamos tanto contato nos dias de hoje, infelizmente.
Carrego a memória de nossos melhores momentos juntos. Toda lição que eles me passaram eu devo, um dia, passar adiante. Seja somente numa conversa informal, seja numa canção que tocará diariamente na rádio. Isso que graças a Deus me deu um incentivo a mais para não querer morrer jovem, de fazer com que pensamentos bons tornem-se prioridade sempre, não importando qual seja o momento!
sábado, 15 de fevereiro de 2014
+2: Lições Que Não Devem Ser Esquecidas
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